sábado, 3 de outubro de 2009

José Manuel Barroso reeleito


Depois de receber o apoio unânime dos 27 Estados Membros José Manuel Barroso, a 16 de Setembro de 2009, foi reeleito para o cargo de Presidente da Comissão Europeia, com 382 votos a favor, 219 contra e 117 abstenções. Barroso foi fortemente apoiado pela maioria de centro direita, isto é, pelo PPE (Partido Popular Europeu) e pela Aliança dos Socialistas e Democaratas.
O programa político para este segundo mandato de Barroso contem a sua intenção de estrita cooperação com o Parlamento Europeu e tem como principais orientações políticas o combate às alterações climáticas, a promoção de novas fontes de crescimento e de coesão social, a abertura para uma Europa global e como seria de esperar a saída com êxito da crise.
Hoje, dia 3 de Outubro fazem-se as contagens do referendo ao Tratado de Lisboa na Irlanda, para Barroso é de extrema importância que vença o sim, pois defendeu este Tratado até à última e vê nele a forma mais eficaz para relançar a União Europeia no seio da comunidade Internacional.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Legislativas 2009


Foi no dia 27 de Setembro que 60,54% dos portugueses se dirigiram às urnas e escolheram o XVIII Governo.
O PS é o partido que mais votos obteve com 36,56% dos votos, totalizando 96 deputados, seguido do PPD/PSD com 29,09%, correspondendo a 78 deputados. O CDS/PP alcançou a posição de terceira força de Portugal com 10,46%, correspondendo a 21 deputados, seguido do BE com 9,85%, isto é 16 deputados. O último partido a conseguir assento no Parlamento foi a já velhinha coligação democrática unitária com 7,88%, correspondendo a 15 deputados.
Desta maneira, os portugueses teram de esperar que o Presidente da República (Aníbal Cavaco Silva) chame José Sócrates a formar, mais uma vez, Governo. O passo seguinte e o mais esperado, são as conversas que o PS terá com os restantes partidos que têm assento no Parlamento. Desta fase espera-se ficar a saber se haverá alguma coligação para formar Governo com maioria absoluta ou o PS governará através de acordos pontuais.
A única coligação que na minha opinião poderá acontecer é PS CDS/PP, pois é notório a falta de bases para que se dê um bloco central. Apesar da possibilidade da coligação entre o PS e o CDS/PP, penso que o mais certo é resultar um Governo baseado em acordos pontuais, fazendo mexer toda a máquina democrática e esperar que esta não se desmorone, dando lugar à instabilidade. Uma coligação que nem ponho em hipótese é uma coligação da esquerda, isto é entre o PS, BE, CDU, pois tal levaria ao descontentamento e à fragilidade de todo o país.