
Jerzy Buzek é um engenheiro e político poláco. Foi primeiro-ministro da polónia em 1997 e 2001. Já em 2004 foi eleito para o Parlamento Europeu. Em 2009 foi mais uma vez eleito para o Parlamento e em Julho foi escolhido para Presidente do Parlamento Europeu, sucedendo Hans-Gert-Pöttering.
Agora terá de supervisionar as actividades do Parlamento Europeu e seus corpos constituivos. Preside todas as sessões plenárias, representa o Parlamento Europeu nas relações externas. Ocupa o primeiro lugar na precedência protocolar na União Europeia.
Em Setembro o Parlamento inicia os seus trabalhos depois de um período de instalação. A primeira semana será reservada às comissões parlamentares encarregues de seguir as questões da legislatura anterior e no debate de novas propostas legislativas, como é o caso da Comissão do Controlo Orçamental, que tem por missão verificar a correcta verificação dos fundos da UE.
De 14 a 17 de Setembro terá lugar uma sessão plenária em Estrasburgo.
Está marcado um segundo referendo ao Tratado de Lisboa na Irlanda, a 2 de Outubro, data decisiva para as instituições europeias, o resultado terá influência directa sobre os trabalhos do Parlamento. A 7 e 8 de Outubro os eurodeputados puderam debater o resultado do referendo, durante um mini-plenário em Bruxelas, seguido de outro plenário em Estrasburgo duas semanas mais tarde.
No final de Outrubro terá lugar uma cimeira de chefes de Estado e governo presidida pela suécia.
Outra cimeira estraiordinária poderá ter lugar em Setembro, para encontrar uma posição comum da UE antes da cimeira do G20.
Jerzy Buzek, numa reunião de conferência, diz apoiar a aprovação do Tratado de Lisboa afirmando que é um instrumento chave para toda a Comunidade Europeia e que devia ser implementado o mais rápido possível. Afirma que os cidadãos europeus pouco sabem sobre a importância prática do Tratado para efectivar as actividades da Comunidade Europeia.
Buzek diz que os cidadãos esperam que a Comunidade Europeia dê a volta à crise, às mudanças climáticas, que garanta segurança energética, que vença a crise democrática e que tenha boas relações externas. Estas são questões bastante desafiantes, mas sem o Tratado de Lisboa a Comunidade Europeia não terá os mecanismos necessários para resolver estas questões.

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